Finalmente, após sete anos, temos um novo fôlego após o desastroso final da terceira trilogia de Star Wars. A Galáxia muito distante, muito distante, traz agora uma nova aventura do Mandaloriano com seu pequeno e fofo parceiro, Grogu. Confira a nossa crítica.
Um episódio especial
Primeiramente, precisamos lembrar que o personagem tem sua própria série, portanto, este longa nada mais é que um episódio especial — com maior duração e orçamento.
Mandaloriano e Grogu mostra-nos uma típica missão a favor da nova Aliança Rebelde, onde o esperado acontece: ação, traição, novas amizades e crescimento de personagem.
Com isso, Grogu tem maior destaque no filme, atuando em cenas próprias de forma mais independente de seu pai/mestre, Mando, e trazendo a fofura tão atraente do personagem. Já o Mandaloriano está mais decidido e ativo na causa, sempre eficiente no seu trabalho.
Sendo especial até nas participações
Vale mencionar que dois atores fizeram uma aparição especial no filme Mandaloriano e Grogu: Sigourney Weaver e Martin Scorsese. São adições primorosas ao elenco e apesar de fazerem aparições breves, são o suficiente para justificar seus devidos cachês.
Porém, o destaque vai para Jeremy Allen White como Rotta, o Hutt; sua participação é primorosa — e ele pode acabar conquistando uma presença a longo prazo na franquia. O personagem tem tudo para ser o que se espera dele. Ele surpreende-nos a cada minuto em tela.
Por fim, o longa tem tudo para agradar os fãs de longa data da franquia. É também um refresco para quem estava com saudade de um bom filme de Star Wars sem os famosos sabres de luz.
A Avaliação
Mandaloriano e Grogu (2026)
Um filme com muita ação e fofura, trazendo o melhor de Mandaloriano e o pequeno Grogu
Detalhes da avaliação;
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Nota




